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Notícias da área de Fitoterapia e da APFIT.

Noz da Índia está proibida no Brasil

Anvisa proíbe uso e venda de produtos que contenham Noz da Índia e Chapéu de Napoleão. Utilizados para emagrecer, sementes são tóxicas e não têm registro na Agência.

A partir de terça-feira, dia 7 de fevereiro, por determinação da Anvisa, fica proibida, em todo o território nacional, a fabricação, a comercialização, a distribuição e a importação de Noz da Índia (Aleurites moluccanus) e do Chapéu de Napoleão (Thevetia peruviana) como insumos em medicamentos e alimentos e em quaisquer formas de apresentação.

A Anvisa tomou como base para a sua decisão as evidências de toxicidade e a ocorrência de três casos de óbitos no Brasil associados ao consumo de “Noz da Índia” (Aleurites moluccanus), também chamada de Nogueira de Iguape, Nogueira, Nogueira da Índia, Castanha Purgativa, Nogueira-de-Bancul, Cróton das Moluscas, Nogueira Americana, Nogueira Brasileira, Nogueira da Praia, Nogueira do Litoral, Noz Candeia, Noz das Moluscas, Pinhão das Moluscas.

A decisão da Anvisa também está baseada na Nota Técnica  001/2016 emitida pelo Centro Integrado de Vigilância Toxicológica do Estado do Mato Grosso do Sul (Civitox/CVA/SGVS/SES/MS), sobre casos de intoxicação pelo uso da “Noz da Índia”.

Também está proibida a distribuição e uso da planta “Chapéu de Napoleão” ou  “jorro-jorro” (Thevetia peruviana), cujas sementes se assemelham àquelas da planta “Noz da Índia”. Essas sementes, quando ingeridas, também são tóxicas e seu uso é proibido em diversos países.

A medida sanitária aplicada pela Anvisa ao consumo dessas sementes, em qualquer forma de apresentação, proíbe também a divulgação, em todos os meios de comunicação, de medicamentos e alimentos que apresentem estes insumos.

A decisão da Anvisa acata a Nota Técnica  001/2016 emitida pelo Centro Integrado de Vigilância Toxicológica do Estado do Mato Grosso do Sul (Civitox/CVA/SGVS/SES/MS), sobre casos de intoxicação pelo uso da “Noz da Índia”.

Os produtos denominados ou constituídos de “Noz da Índia” têm sido comercializados e divulgados  irregularmente com indicações de emagrecimento, por suas propriedades laxativas. Nunca houve registro na Anvisa de produtos à base desses dois insumos – Noz da Índia e Chapéu de Napoleão.

A Resolução está disponível no Diário Oficial da União de terça-feira (07/02/17).

Fonte: http://portal.anvisa.gov.br/web/guest/noticias/-/asset_publisher/FXrpx9qY7FbU/content/noz-da-india-esta-proibida-no-brasil/219201

Homengem da APFIT ao Saudoso e Querido Dr. Augusto Fernando Petit Prieto – Texto escrito por Caroly Cardoso

Dr. Augusto Fernando Petit Prieto
Uma de suas últimas atitudes que ele mesmo me contou, sim, pois ele sempre foi homem de atitudes excepcionais, foi construir um banheiro comunitário para moradores de rua na Unidade Básica de Saúde  na região do ABC, onde ele trabalhava. Conseguiu doações de toalhas, sabonetes, creme dental, esmalte, devolveu auto estima para pessoas que nem mais sabiam se eram pessoas!!! Me contou contente, que já tinha até saído casamento entre algumas delas, que antes moravam nas ruas, mas que depois de todo esse empenho, tornaram-se  amantes de si mesmas e, depois do banho, começaram a se arrumar, foram trabalhar, alugaram uma casa e casaram!!! Voltaram a ter uma vida digna!!! Dignidade que foi devolvida por uma simples, mas enorme ação do Dr. Petit.
Ah, meu amigo!!! Quanta saudade tenho de nossas conversas, às vezes muito técnicas, às vezes muito amigas……. se preocupava com minha família, sempre perguntava de minha filha e do meu marido. O que eu faço com esse buraco enorme que ficou?
Lembro quando eu trabalhava num laboratório de controle de qualidade, há bastante tempo,  e recebi uma ligação de um médico do ABC que precisava de ajuda com uma certa planta medicinal……a Mucuna pruriens.  Será que eu sabia como triturá-la? Por sorte, eu tinha como ajudá-lo e foi aí que nos conhecemos pessoalmente.  Depois disso, ele foi meu aluno no curso de pós graduação em fitoterápicos, onde na verdade, eu aprendi mais com ele do que ensinei, pois ele já era fitoterapeuta, aliás, um MÉDICO  daqueles de antigamente, e ainda FITOTERAPEUTA!!!!!  E o coração? Maior que ele, sempre, pra tudo. E foi justo o coração que falhou e o levou para um lugar bem longe de nós……. A vida é algo que não entendemos….
Depois, tive a grata satisfação de tê-lo em nosso curso para profissionais da saúde em um município onde trabalhávamos com a prefeitura local. Ele fez questão de ministrar o curso vestido de branco e com o crachá de médico. “Os médicos só ouvem outros médicos e estamos com um assunto polêmico para eles: a fitoterapia. Então é melhor eles verem que sou médico e que posso mostrar outro lado da medicina. Eles não gostam da fitoterapia por que não sabem o que é nem a grandiosidade das plantas medicinais”.
E quando nos encontramos em Brasília, numa reunião grandiosa do ministério da saúde para colaborar no programa de plantas medicinais e fitoterápicos, onde vários profissionais da área foram convidados a participar, como o nosso querido e saudoso prof. Abreu Mattos da universidade do Ceará……… e tantas outras reuniões, cursos, palestras, simpósios, sempre trabalhando pela fitoterapia. Fez especialização em Antroposofia. Ele não parava, nunca parou, ansioso por informações, estudava muito. Conseguiu uma equipe eficiente de enfermeiros do serviço público para tratar feridas com a fitoterapia. Publicou trabalhos, apresentou em congressos, estava escrevendo um livro sobre isso. E eu perguntava porque ele não tinha um consultório? Eu queria indicá-lo para as pessoas que sempre me perguntavam se eu conhecia um médico fitoterapeuta, mas ele sempre me dizia; eu não estou aqui para ganhar dinheiro, mas para ajudar as pessoas que precisam, e só consigo isso no serviço público; é lá que posso ajudar essas pessoas que não têm condições de comprar medicamentos. E toda vez que algum amigo meu precisava de um MÉDICO FITOTERAPEUTA, eu falava com ele e ele atendia com enorme prazer! As pessoas só tinham que ir ao ABC para falar com ele!!!
Ele era nosso MÉDICO!!!
Dr. Petit, nem de longe faço jus ao grande homem que você foi,  não sou escritora, não sei escrever bonito como você merece, mas essa é minha homenagem a você. Muito obrigada por tudo!!!
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LISTA DOS APROVADOS NO II CURSO DE FITOTERAPIA PARA PROFESSORES

1.       Cintia Pettinati

2.       Damaris Braga

3.       Daniela Felix Menezes

4.       Daniel Pecoraro Demarque

5.       Elenir Strutzel

6.       Gisele Paula Vieira

7.       Juliana Camargo de Faria Pirró

8.       Keila Kussunoki

9.       Lucimara Wessely

10.   Sandra Bastos Fonseca

11.   Vera Ligia de Andrade Lemos

12.   Viviane do Lago Nakazato

 

PRORROGADA AS INSCRIÇÕES PARA O II CURSO DE FITOTERAPIA

Comunicamos que ainda estaremos recebendo até dia  18 de setembro inscrições para o II Curso de Fitoterapia para professores”

Segue a programação do Curso

04/10/2016 ” Introdução e Classes Fitoquímicas”

11/10/2016 “Sistema Digestório”

18/10/2016 “Sistema Respiratório”

25/10/2016 ” Sistema Genitourinário”

01/11/2016 ” Sistema Nervoso Central”

08/11/2016 “Aprimoramento Pedagógico” como preparar uma boa aula

23/11/2016 “Saúde da Mulher”

29/11/2016 ” Temas dos trabalhos a serem apresentados”

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Consulta pública – monografias de plantas medicinais de interesse ao SUS

Consulta Pública Ministério da Saúde nº 02, de 11 de fevereiro de 2016 – sobre monografias de espécies vegetais constantes na Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (Renisus).

Carapa guianensis Aubl. (ANDIROBA)
Curcuma longa L. (CURCUMA)
Eucalyptus globulus Labill (EUCALIPTO)
Harpagophytum procumbens DC. ex Meissn. (“GARRA-DO-DIABO”)
Mikania glomerata (GUACO)
Passiflora alata (MARACUJÁ-DOCE)
Passiflora incarnata LINNAEUS (MARACUJÁ-VERMELHO)
Rhamnus purshiana (CÁSCARA SAGRADA)

Acesso às monografias e texto introdutório para download: http://200.214.130.94/CONSULTAPUBLICA/display/dsp_print_completo.php?d=6888

Acesso ao site do Ministério da Saúde: http://200.214.130.94/CONSULTAPUBLICA/INDEX.PHP?MODULO=DISPLAY&SUB=DSP_CONSULTA

Acesso para o formulário de contribuição: http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=16273

 

AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DA GRAVIOLA EM CÂNCER

Texto do Prof. Dr. Luis Carlos Marques alertando sobre os riscos do uso clínico da graviola.
A GRAVIOLA, por apresentar alta citotoxicidade, NÃO deve ser USADA como PREVENTIVO para o CÂNCER!

A anonacina, um constituinte lipofílico isolado da graviola, é inibidor do complexo I mitocondrial e induz a neurodegeneração estriatal e da substância negra, Champy et al. (2004). Essa disfunção neuronal pode acarretar a doença de Parkinson.

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AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DA GRAVIOLA EM CÂNCER

O câncer é uma doença grave, de grande prevalência em todo o mundo, sendo a segunda causa de morte mais frequente no Brasil. Para o ano de 2015, o INCA estimou cerca de 580 mil novos casos distribuídos nos vários subtipos (mama, próstata, cólon, pulmão, etc.).

Dos vários quimioterápicos disponíveis para o tratamento do câncer, muitos deles são de origem vegetal, como exemplos vimblastina, vincristina, paclitaxel, podofilotoxina, dentre outros, amplamente produzidos e consumidos em todo o mundo (Costa-Lotufo et al., 2010). Nesse cenário, recentemente desencadeou-se a divulgação e o consumo das folhas da graviola (Annona muricata) como a mais nova arma natural contra o câncer. Assim, pretende-se avaliar a veracidade dessa possibilidade em termos de evidências científicas modernas.

Estudos de citotoxicidade

A origem dos efeitos da graviola surgiu a partir de testes com células (Rupprecht et al., 1990), no chamado modelo de citotoxicidade, onde grupos de células são expostos a concentrações variadas de extratos vegetais.

De acordo com a revisão de Moghadamtousi e colaboradores (2015), esse efeito é real e decorrente da classe fitoquímica das acetogeninas, amplamente presentes nas espécies de Annona. Os extratos das folhas mostraram-se capazes de induzir apoptose em modelos utilizando células de cânceres de cólon, de pulmão e leucemia K562 através de ativação da caspase-3; já o efeito antiproliferativo decorre de ação na fase G1 do ciclo celular.

Apesar desses efeitos demonstrados em modelos in vitro e em animais, até o momento não existem estudos em animais maiores, não roedores, nem qualquer estudo clínico em nenhuma das fases. Tratam-se, portanto, de indícios pré-clínicos, os quais necessitam serem replicados em testes com seres humanos antes de qualquer conclusão efetiva ou comercialização.

Evidências clínicas

A partir dos testes de citotoxicidade, deveriam ter sido realizados os estudos sequenciais para o desenvolvimento de medicamentos, passando por estudos de segurança em animais e chegando-se aos estudos clínicos nas suas quatro fases. Porém esses estudos inexistem até o momento evidenciando algum problema em relação à planta e seus fitoquímicos.

Esses problemas foram evidenciados por indícios de risco a partir de dados epidemiológicos. Assim, desde 1999 se avalia possíveis relações entre o consumo de frutas tropicais e a incidência, acima de ocorrências ‘normais’, de um modelo atípico da doença de Parkinson nos habitantes das Antilhas Francesas (Caparros-Lefebvre; Elbaz, 1999; Moghadamtousi et al., 2015). As acetogeninas isoladas (AGEs) mostraram-se as responsáveis pelo desenvolvimento dessa doença neurodegenerativa, particularmente a anonnacina, que atuam inibindo o complexo mitocondrial I e induzindo neurodegeneração nas regiões das fibras nigro-estriatais, ricas no neurotransmissor dopamina (Champy et al., 2004; Lannuzel et al., 2002; 2003; 2006).

Como equacionar a graviola na fitoterapia atual?

Com base nos dados expostos, apesar dos indícios em modelos de células in vitro, os riscos de uso clínico da planta ou seus extratos são superiores a qualquer benefício que possa, teoricamente, promover em pacientes. Vale comentar que nessa doença os pacientes e familiares ficam muito fragilizados, buscando qualquer promessa de cura, ainda mais com o conceito de ‘natural’ à frente.

Futuramente, pode ser que novos quimioterápicos sejam desenvolvidos a partir de alterações estruturais nas acetogeninas, que mantenham os efeitos e equacionem sua neurotoxicidade, mas isso é apenas uma possibilidade distante das indicações atuais de produtos à base de graviola.

Cabe aos profissionais da saúde alertar aos riscos acima descritos, principalmente frente a inúmeras ofertas de produtos na internet e mesmo em redes de farmácias (ex.: Graviola 400 mg em cápsulas). Já na forma de uso alimentício, não se tem ainda um posicionamento definitivo, mas se houver o consumo de uma fruta ou suco dela diariamente, após um ano a quantidade de annonacina ingerida será a mesma capaz de induzir lesões cerebrais em ratos (Moghadamtousi et al., 2015).

Referências

Caparros-Lefebvre D, Elbaz A. Possible relation of atypical parkinsonism in the French West Indies with consumption of tropical plants: a case-control study. Caribbean Parkinsonism Study Group. Lancet. 1999 Jul 24;354(9175):281-6.

Champy P, Hoglinger GU, Feger J, Gleye C, Hocquemiller R, Laurens A, Guerineau V, Laprevote O, Medja F, Lombes A, Michel PP, Lannuzel A, Hirsch EC, Ruberg M. Annonacin, a lipophilic inhibitor of mitochondrial complex I, induces nigral and striatal neurodegeneration in rats: possible relevance for atypical parkinsonism in Guadeloupe. J Neurochem. 2004 Jan;88(1):63-9.

Costa-Lotufo, L. V.; Montenegro, R. C.; Alves, A. P. N. N., Madeira, S. V. F.; Pessoa, C.; Moraes, M. E. A.; Moraes, M. O. A contribuição dos produtos naturais como fonte de novos fármacos anticâncer: estudos no laboratório nacional de oncologia experimental da Universidade Federal do Ceará. Rev. Virtual Quim., 2010, 2 (1), 47-58. Obtido de http://www.uff.br/rvq em 02/10/2015.

Lannuzel A, Hoglinger GU, Champy P, Michel PP, Hirsch EC, Ruberg M. Is atypical parkindonism in the Caribbean caused by the consumption of Annonaceae? J Neural Transm Suppl. 2006;(70):153-7.

Lannuzel A, Michel PP, Caparros-Lefebvre D, Abaul J, Hocquemiller R, Ruberg M. Toxicity of Annonaceae for dopaminergic neurons: potential role in atypical parkinsonism in Guadeloupe. Mov Disord. 2002 Jan;17(1):84-90.

Lannuzel A, Michel PP, Hoglinger GU, Champy P, Jousset A, Medja F, Lombes A, Darios F, Gleye C, Laurens A, Hocquemiller R, Hirsch EC, Ruberg M. The mitochondrial complex I inhibitor annonacin is toxic to mesencephalic dopaminergic neurons by impairment of energy metabolism. Neuroscience. 2003;121(2):287-96.

Moghadamtousi, S.Z., Fadaeinasab, M.; Nikzad, S.; Mohan, G.; Ali, H.M.; Kadir, H.A. Annona muricata (Annonaceae): a review of its traditional uses, isolated acetogenins and biological activities. International Journal of Molecular Sciences 2015, 16, 15625-15658.

Rupprecht, J.K.; Hui, Y-H.; McLaughlin, J.L. Annonaceous acetogenins: a review. J. Nat. Prod., 1990, 53 (2), pp 237–278.

Sobre o autor

Prof. Dr. Luis Carlos Marques

Farmacêutico pela Universidade Estadual de Maringá, especialista em Fitoterapia pela Escola de Saúde Pública do Paraná, mestre em Botânica pela Universidade Federal do Paraná e doutor em Psicobiologia pela Universidade Federal de São Paulo.

http://www.ofarmaceutico.com.br/saiba-mais/10/avaliacao-do-potencial-da-graviola-em-cancer

http://perquirere.unipam.edu.br/documents/23456/50270/efeito_modulador_da_polpa_da_graviola.pdf

ELEITA A NOVA DIRETORIA DA APFIT

Resultado da eleição da nova gestão da Apfit triênio 2016 / 2018
Presidente: Vanderli Fátima Marchiori
Vice Presidente: Peky Noriega
Secretaria: Raissa Sansoni
Tesoureiro: Luis Marques
Vice tesoureiro: Alessandro Oliveira Silva
Conselho Fiscal: Marta da Cunha Pereira  , Lucia Endriukaite e Debora Gikovate
Conselho Sênior: Dagoberto Brandão e Ademir Valério

As eleições foram realizadas, exclusivamente, via internet no dia 29/12/2015.
Agradecemos a todos que participaram!

EDITAL DE ELEIÇÃO À APFIT GESTÃO TRIÊNIO 2016/2018

Link para leitura do edital original

Edital assinado para publicação 28 outubro 2015

 

EDITAL DE ELEIÇÃO À APFIT GESTÃO TRIÊNIO 2016/2018
A Associação Paulista de Fitoterapia – APFIT informa aos associados quites com a tesouraria, que a eleição da nova Diretoria Geral triênio 2016/ 2018 ocorrerá no dia proposta 29/12/15, via email. 

A Comissão Eleitoral, criada formalmente pela diretoria, estabeleceu estas normas e procedimentos da eleição, que estarão disponíveis no site da Apfit (www.apfit.org.br) e na fanpage do facebook (www.facebook.com/groups/167110640091909/?fref=ts) a partir de 29/10/2015.

Os interessados em formar uma chapa, desde que sejam sócios e estejam quites com a anuidade até a data de inscrição, deverão registrar as chapas no período de 29/10/2015 a 20/12/2015,presencialmente em horário comercial na sede da Apfit (Rua Caetés 565, 1º andar, Perdizes, São Paulo) ou pela internet pelo email apfit@apfit.org.br até as 24 hs do dia 20/12/2015.

A efetivação do registro da chapa deverá, conforme estatuto, ser realizada, presencialmente ou por email, por um membro da chapa, devendo constar os seguintes documentos:

Requerimento simples de inscrição assinado por todos membros da chapa (mínimo 7 pessoas);

Indicação dos membros aos cargos do Conselho Diretor, sendo, no mínimo, 1 presidente executivo e outros 4 membros;

Indicação também do Conselho Fiscal composto por 3 membros.

A duração do mandato dos conselhos Diretor e Fiscal será de três anos.

Dê-se plena divulgação deste edital a todos os associados bem como a outros interessados no referido processo.
São Paulo, 29 de outubro de 2015.